sexta-feira, 6 de junho de 2008

Amor na Estrada




Ela pedia carona. Saia justa e curta expunha as pernas brancas mais bonitas que já vi, de longe eu a avistava, e meu velho carro se aproximava. Em minha frente íam duas 4x4, pensei: "ela pegará carona com eles", engano, pedira que eu parasse...
Seios firmes, olhar penetrante de "foda-me, please" e que boca... entrou no carro:
- Pra onde você está indo? -perguntei gentilmente
- Para a lua, riu... pronto, eu já estava enfeitiçado... um cd de músicas de diversos estilos tocava e começamos a conversar sutilmente sobre assuntos banais, ela sempre sorrindo pegou em minha coxa e a apertou... senti-me viril e ela percebeu.
Sem dizer palavra, levantou sua minúscula saia e tirou a calcinha que a incomodava e a lançou pela janela... eu ficando mais viril... ela passou o dedo em seu sexo e com a umidade que vem de lá, passoua-o em minha boca... delícia de sabor feminino...
Ela começou a me alisar o membro cada vez mais ereto, abriu minha braguilha e me expôs, não impus resistência ao sexo oral que ela iniciava...
Ela virou-se para mim, colocou os joelhos sobre sua poltrona e enquanto me segurava com uma mão, com a outra alisava-se e gemia enquanto lambia-me, mordia-me e sugava-me...
Controlei-me para não perder o controle da direção, que sintia oscilar, aliviei o pé do acelerador para corrermos menos riscos... a música, os gemidos, os movimentos, a noite, os espasmos do orgasmo que vinha, mas me segurei: agora não!
As serras, a lua, as nuvens, lá embaixo o mar... vi uma picada à direita, entrei...
Cedi-lhe meus beijos, afagos, carinhos e carícias, tirei-lhe o decotado top branco que usava, ela me rasgou a camisa vermelha que eu vestia... saímos do carro...
Dispiu-me também, ela esganchou-se em mim e a penetrei, áááhhh... com ela sobre mim levei-a ao capô traseiro de meu sedan, ela saiu de mim e subiu a capota, subi também e deitei-me sobre e dentro dela.
Ela saíra debaixo e sentara sobre mim, em movimentos e fluxos, seios balançantes, cabelos ao vento, gritos, face ficando quente e vermelha, a lua por trás, a lua por trás, a lua, a lua, a lu, a lu, a, a, a, aaaaaaa lu-a por trás... seu corpo quente e suado naquela noite fria deitou-se sobre o meu... rendemo-nos uns vinte minutos ao cansaço.
Nos levantamos, nos vestimos e voltamos ao carro...
Retomei a estrada e segui nosso caminho, ela estava agora com um lindo riso em seu rosto, e eu com um riso cúmplice... ela reiniciou as carícias em mim, e recomeçara a oralização do sexo... quis me conter, mas preferi sentir orgasmo em sua boca, e quando estava no meu gozo mais extremo, ela abriu a porta atrás de si com os pés, afastou-se de mim e disse-me:
- Tchau meu anjo... e saltou do carro... Eu a vi subindo e indo, voando à frente do carro... hipnotizado olhei para ela e não percebi a curva...
Meu carro voou no despenhadeiro para o mar, enquanto me afogava a vi subindo à lua... por isso que lhes disse, meus Anjos, que morri de prazer...

3 comentários:

Lomyne disse...

Não é incapacidade de escrever algo decente, mas é que outro tem um comentário mais adequado do qualquer que eu poderia escrever. Assim sendo, cito-lhe Nietzsche: necessitas amar as tuas virtudes, porque por elas morrerás.

Ou quase isso, sei lá. Tá em alguma parte do limbo que são os arquivos do meu blog...

Ângela Coelho disse...

Ops! Fiquei vermelha. Será que entrei no eurótico?
Muito forte e vibrante até a morte foi incrivel.
Parabéns! Abraços.

BRUNO LEONARDO disse...

Péraí que vou ao banheiro e já volto...rssr

Ler esses contos sozinho num dia nublado,não dá..rs

abraço