Mostrando postagens com marcador erotismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador erotismo. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de junho de 2008

Uma noite escondida

Ele era um professor de Matemática, que voltava para sua casa, a pé, por volta das 22 horas em um mês de maio. Vinha ele por um atalho, procurando economizar tempo para chegar em casa, pois sua ciumenta mulher sempre o aguardava com um interrogatório quilométrico, e porque um leve chovisco o incomodava.
Por uma ruela bastante escura, vinha em seu encontro uma mulher.
Quem os visse pensaria que havia marcado o encontro, contudo eles sequer se conheciam, sequer haviam se visto anteriormente. Chegando perto, pararam a menos de um passo de distância, a escuridão não permitia que vissem o rosto um do outro, mas se aproximaram mais, ele colocou sua mão esquerda na cintura da mulher e a direita em sua nuca e a puxou para si, ela veio, arderam-se num longo e gostoso beijo.
Ele sentiu que seus cabelos eram lisos, ela sentiu que ele usava bigode... ele sentiu a língua dela lamber-lhe seus lábios e ela sentia os dentes dele mordiscarem sua boca.
Sentiam o cheiro da respiração do outro, a mão dela subiu às costas dele; que suavemente puxava os cabelos dela, causando-lhe uma certa dor que mais excitava que machucava, ela gemeu como quem sussurra, e os lábios se arderam mais fortemente no beijo.
A mão direita dela escorreu pra nádega esquerda dele, enquanto a esquerda lhe cravava as unhas nas costas, desceu-lhe seguindo a lombar e entrou em sua camisa pelas costas, lhe arranhando mais ainda e cravando as unhas grandes dela com mais ímpeto.
Ele começa a morder-lhe o pescoço e percebeu que ela só tinha o brinco direito, uma correntinha de uns quinze centímetros que pendia do lóbulo da orelha e encostava em seu ombro... penetrou-lhe a orelha com sua língua, ela gemeu mais e começou a alisar-lhe o membro por sobre a calça...
Num movimento impensado ele tirou-lhe a blusa negra, de malha, beijou-lhe os mamilos; ela abriu-lhe o cinto, a calça e os derrubou ao chão...
Neste beijo ardente, ele abriu-lhe a bermuda verde, ela baixou sua bermuda e calcinha, tirando a perna esquerda, ficando porém meio vestida, com a direita ainda na calça e na calcinha.
Suavemente ela subiu nele, a perna esquerda, depois a direita, e segura-lhe o membro excitadíssimo e o introduz...
Naqueles movimentos ritmados e constantes, ele segurou-lhe pelas nádegas e a penetrou ainda mais...
Logo ela começou a gemer e ele sentiu-lhe a lubrificação aumentando, no momento que os espasmos do canal vaginal tornaram-se mais intensos, ela sentia o membro dele pulsando dentro de si, e pulsava também, e mordiscava o pescoço dele, e gemia num frenesi enorme, no mesmo momento que ele aumentava o ritmo que a erguia e a baixava...
Ele encosta seu rosto no rosto dela e sentiu-lhe as maças do rosto ardendo, beirando os quarenta graus centígrados... e ambos gozam, ele sente o gozo dela, que sente a ejaculação dele...
Suores, mormaço, chovisco, a cumplicidade da escuridão noturna.
Vestem-se, nada dizem... beijam-se novamente... ela passa por ele e segue o caminho que seguia para casa, sua irmã paraplégica precisava que ela chegasse para lhe dar o banho noturno antes de coloca-la para dormir; ele também segue para casa para encontrar sua mulher e filhos que já deveriam estar se arrumando para dormir.

Ao chegar em casa, ela encontrou sua irmã morta... a depressão lhe atacara forte àquela noite fria de maio, cuja lua convidava prum romance - tomara algumas gotas de raticida e já estava fria e com enrijecimento nas articulações...
Ele chegara em casa, e encontrara sua roupas e livros espalhados pela casa, nenhum móvel e um bilhete dizendo que fugira com os filhos e com seu amante - que anos mais tarde ele soube tratar-se de um comerciante de uma cidade distante que a conhecera casualmente no Banco...

Talvez o casal de amantes nunca mais tenha se visto, ou talvez todos os dias se cruzem pelas ruas; não se conhecem nem se reconecem.

E daí?

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Amor na Estrada




Ela pedia carona. Saia justa e curta expunha as pernas brancas mais bonitas que já vi, de longe eu a avistava, e meu velho carro se aproximava. Em minha frente íam duas 4x4, pensei: "ela pegará carona com eles", engano, pedira que eu parasse...
Seios firmes, olhar penetrante de "foda-me, please" e que boca... entrou no carro:
- Pra onde você está indo? -perguntei gentilmente
- Para a lua, riu... pronto, eu já estava enfeitiçado... um cd de músicas de diversos estilos tocava e começamos a conversar sutilmente sobre assuntos banais, ela sempre sorrindo pegou em minha coxa e a apertou... senti-me viril e ela percebeu.
Sem dizer palavra, levantou sua minúscula saia e tirou a calcinha que a incomodava e a lançou pela janela... eu ficando mais viril... ela passou o dedo em seu sexo e com a umidade que vem de lá, passoua-o em minha boca... delícia de sabor feminino...
Ela começou a me alisar o membro cada vez mais ereto, abriu minha braguilha e me expôs, não impus resistência ao sexo oral que ela iniciava...
Ela virou-se para mim, colocou os joelhos sobre sua poltrona e enquanto me segurava com uma mão, com a outra alisava-se e gemia enquanto lambia-me, mordia-me e sugava-me...
Controlei-me para não perder o controle da direção, que sintia oscilar, aliviei o pé do acelerador para corrermos menos riscos... a música, os gemidos, os movimentos, a noite, os espasmos do orgasmo que vinha, mas me segurei: agora não!
As serras, a lua, as nuvens, lá embaixo o mar... vi uma picada à direita, entrei...
Cedi-lhe meus beijos, afagos, carinhos e carícias, tirei-lhe o decotado top branco que usava, ela me rasgou a camisa vermelha que eu vestia... saímos do carro...
Dispiu-me também, ela esganchou-se em mim e a penetrei, áááhhh... com ela sobre mim levei-a ao capô traseiro de meu sedan, ela saiu de mim e subiu a capota, subi também e deitei-me sobre e dentro dela.
Ela saíra debaixo e sentara sobre mim, em movimentos e fluxos, seios balançantes, cabelos ao vento, gritos, face ficando quente e vermelha, a lua por trás, a lua por trás, a lua, a lua, a lu, a lu, a, a, a, aaaaaaa lu-a por trás... seu corpo quente e suado naquela noite fria deitou-se sobre o meu... rendemo-nos uns vinte minutos ao cansaço.
Nos levantamos, nos vestimos e voltamos ao carro...
Retomei a estrada e segui nosso caminho, ela estava agora com um lindo riso em seu rosto, e eu com um riso cúmplice... ela reiniciou as carícias em mim, e recomeçara a oralização do sexo... quis me conter, mas preferi sentir orgasmo em sua boca, e quando estava no meu gozo mais extremo, ela abriu a porta atrás de si com os pés, afastou-se de mim e disse-me:
- Tchau meu anjo... e saltou do carro... Eu a vi subindo e indo, voando à frente do carro... hipnotizado olhei para ela e não percebi a curva...
Meu carro voou no despenhadeiro para o mar, enquanto me afogava a vi subindo à lua... por isso que lhes disse, meus Anjos, que morri de prazer...

terça-feira, 15 de abril de 2008

Estréia


Entrou assustado, sempre ouvira falar que locais como esse não deveriam ser frequentados por pessoas de boa índole, mas não se conteve... a curiosidade falava mais alto.

Apesar da pouca idade, ninguém restringiu sua entrada ou questionou o porquê de estar ali.

O ambiente escuro, com fumaça e cheiro de cigarro, muitas vozes e ruídos indecifráveis, as caras eram todas muito esquisitas - talvez ele estivesse estereotipando as pessoas pelas informações que sempre recebera sobre os antros.

Uma mão o surpreendeu quando suavemente tocou seu pescoço... virou-se rapidamente, e antes que percebesse sua boca já estava tocando outra boca, e aquele beijo foi tornando-se intenso... não ouvia mais rumores, nem vozes, nem ruídos, só a respiração arfante daquela mulher misturando-se aos gemidos que saíam surdos de sua boca...

Nunca sentira seios em contato com seu corpo e aquilo lhe era muito agradável e excitante, seu membro virgem já estava ereto e a mulher roçava-se nele, ali mesmo, no corredor do inferninho, sem pudores... sua língua lambia-lhe o tágus da orelha direita e sua excitação não lhe permitia pensar em mais nada...

A mão daquela mulher abriu-lhe o botão da bermuda, baixou-se-lhe o zíper, e a bermuda desceu-lhe aos tornozelos - ele quis envergonhar-se e ouviu a voz balbuciante em seu ouvido:- Deixe, ninguém tá nem aí...

E sua mão pegou-lhe o membro e começou a fazer os movimentos masturbatórios, levando o garoto à loucura...

Ele se contorceu de prazer e ela lhe beijava... as mãos do meninos foram aos seios e ela deixou que ele os chupasse, aqueles lindos seios brancos com mamilos róseos...

Ela sente que o pênis adolescente está começando a pulsar então puxa a cabeça do rapaz e lhe beija enquanto ele ejacula em sua mão... a mão suja de sêmen ainda, ela leva à boca e dá uma grande lambida... ele está tão excitado que não se enoja e ela lhe beija... o primeiro beijo de sua vida com gosto de sêmen...

Ela lhe diz para ele se vestir... enquanto abaixa-se para pegar a bermuda e reerguê-la, ao levantar os olhos não vê mais a mulher que sumira, e todos no beco o estavam olhando, mas fazem de conta que nada aconteceu...

Com pernas bambas, o rapaz volta pra casa e masturba-se novamente antes de dormir...

Nunca mais esquecera aquela que nem lhe sabe o nome, mas que lhe foi a primeira mulher.